Quem conduz a travessia
CONHEÇO OS DOIS LADOS DO MAPA.
Fui para a capital aprender como o mercado grande opera. Morei em São Paulo, Belo Horizonte e Vitória, prestei serviço para as grandes agências, vi de dentro como se constrói receita previsível.
O interior tem o mesmo potencial e os mesmos bons profissionais que a capital — eu vi os dois. O que falta aqui nunca foi talento. É o método que a capital guarda para si. Voltei para trazer esse método para o lado de quem constrói empresa de verdade.
Antes do nome, o método já tinha acontecido
DIÁRIO DO RIO DOCE
De dentro, não de fora
CONSTRUÍ CARREIRA AQUI
Não cheguei de fora com um slide. Na Pop Comunicação, entrei quando a agência tinha seis pessoas e saí, sete anos depois, deixando a maior agência do interior de Minas, com 25 profissionais. Passei por toda frente — criação, atendimento, mídia, planejamento — até responder pelo planejamento da casa.
Atendi dezenas de empresas da região e contas públicas de peso, de prefeituras do Leste Mineiro ao INDI, do Governo de Minas. Conheço a empresa do interior porque trabalhei dentro de dezenas delas. Sei como o dono pensa, onde a receita trava e por que o talento daqui rende quando ganha método.
Da agência para a indústria
MARCA QUE VIRA RECEITA
Da comunicação, passei para o outro lado da mesa: a indústria. No Grupo JPP — terceira maior indústria de bicicletas esportivas do Brasil (MTB, speed e gravel) — liderei o marketing da TSW Bike e orientei o comercial de uma operação distribuída em todo o território nacional. Em duas passagens, conduzi o reposicionamento completo da TSW: de marca de baixo valor percebido a uma das principais referências do mercado.
E construí uma marca do zero. Identifiquei uma lacuna no segmento de quadros, propus descontinuar o produto dentro da TSW e estruturei a RAVA Cycle — hoje entre as duas melhores marcas do segmento de entrada do país. Não foi campanha. Foi a construção de uma máquina de receita nova, do produto ao canal.
Da indústria para a cadeira de CEO
O ASSENTO QUE VÊ O NEGÓCIO INTEIRO
Assumi o marketing e a receita da Braip — uma plataforma de pagamentos do mercado digital que movimenta mais de R$ 400 milhões em transações ao ano — no pior momento dela. Pós-aquisição, o faturamento tinha caído pela metade e a marca estava presa ao fundador anterior, com a confiança do mercado abalada.
Sem atalho e sem fórmula, reconstruí as duas coisas: a percepção e a receita. Recuperei cerca de metade do faturamento perdido reorganizando marca, relacionamento e as equipes de comercial, suporte e sucesso do cliente. Meses depois, assumi como CEO e conduzi a reestruturação completa da operação.
Não cresci uma empresa em céu azul. Recuperei uma em queda. É a diferença que importa para quem teme a próxima virada de mercado.
Por que aqui
EU PODERIA TER FICADO NA CAPITAL.
Tinha o assento, tinha o mercado. Voltei porque enxerguei o que poucos enxergam: a empresa do interior que cresceu no mérito tem o mesmo potencial de uma grande — e raramente alguém leva até ela o que a capital concentra. Não falta capacidade aqui. Falta acesso ao método.
Não vim ensinar ninguém a tocar o próprio negócio. Vim sentar do seu lado, com o que aprendi nos dois mundos, e ajudar a transformar a receita que você construiu no peito em um sistema que você enxerga, entende e controla.
Formação
Mestre em Comunicação Social pela UFJF · Formação executiva C-Level pela FIA · Especializações em Gestão de Marketing (Fundação Dom Cabral), Comunicação Organizacional (USP) e Marketing Político (UFMG) · Professor e coordenador de cursos de comunicação e marketing na Univale por mais de seis anos.
Se faz sentido conversar sobre o próximo nível da sua receita, é aqui que começa.